
Destinos aonde não chegam os autocarros. Chega-se com tempo, com guia local e com a mentalidade certa: menos fotografias, mais ficar.
Há uma China que não sai nos folhetos e que, ainda assim, costuma ser o que as pessoas recordam ao voltar. Não é preciso ir ao fim do mundo: basta sair do eixo Pequim–Xi'an–Xangai.
Todos os destinos desta lista já os percorremos e usamo-los habitualmente como extensão de circuitos, ou como viagem completa para quem já conhece os clássicos.
Viajar fora do circuito tem um preço e convém dizê-lo antes: os hotéis são mais simples, há menos gente que fale outras línguas, os trajetos por estrada são mais longos e alguns serviços não funcionam sempre. Em troca, vê-se uma China que já quase não existe nos circuitos padrão.
O habitual é usá-los como extensão: dois ou três dias no fim de um circuito clássico, sem alterar o resto. Também montamos viagens completas de duas semanas só com destinos desta lista, com motorista privado e guia que fala português.
A melhor época vai de abril a outubro; no inverno, alguns passos de montanha ficam com neve e as casas de hóspedes reduzem o serviço, por isso evitamos estas rotas entre dezembro e fevereiro.
O ritmo é a parte mais importante: calculamos no máximo três horas de estrada por dia, com paragens para caminhar, e deixamos sempre uma tarde livre em cada aldeia. Fora do circuito, a pressa é o único erro irreparável.

A China das 55 minorias étnicas, sem folclore de montra: aldeias onde o bordado miao ou o canto dong continuam a fazer p…
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O circuito por estrada mais espectacular da China, e o que quase nenhuma agência europeia oferece em português. Lagos sa…
Ver o circuito →Conte-nos o seu caso e encaixamo-lo num roteiro completo pela China.
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