
No Tibete não se entra por conta própria. É preciso uma permissão tratada por uma agência chinesa, com itinerário aprovado antecipadamente e guia obrigatório durante toda a estadia.
Precisa de permissão especial o viajante que entra na Região Autónoma do Tibete, incluindo Lhasa.
Não precisa quem visita zonas tibetanas fora da região autónoma: Xiahe e Labrang em Gansu, o planalto de Qinghai e as zonas tibetanas de Sichuan e Yunnan. Acede-se com o visto de turismo normal.
Esta distinção é importante: muita gente pensa que «ir ao Tibete» exige sempre permissão, e não é assim.
A permissão é solicitada pela agência chinesa em teu nome e, para isso, precisa de:
Algumas zonas exigem permissões extra, que se tratam à parte e costumam demorar mais:
Acontece, sobretudo em determinadas datas do calendário tibetano e em períodos de restrição de acesso. Por isso desenhamos as viagens ao Tibete com margem e com um plano B: se a permissão não chegar a tempo, pode refazer-se o itinerário pelo planalto (Qinghai, Gannan, Sichuan) sem se perder a viagem.
Depois de centenas de processos, estes são os que dão mais dores de cabeça:
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