
Três mil colunas de grés vertical, com a neblina a preencher o espaço entre elas. James Cameron transformou o lugar em Pandora; o sítio já era assim antes.
O parque de Wulingyuan é Património Mundial: mais de 3.000 pilares de quartzo e grés, com até 300 m de altura, cobertos de vegetação e ligados por teleféricos, elevadores e passadiços.
O erro mais comum é tentar vê-lo num só dia. São dois parques distintos — Wulingyuan e Tianmen — e cada um exige a sua própria jornada completa.
A zona com as colunas mais espectaculares, incluindo a que inspirou as montanhas flutuantes do filme. Chega-se pelo elevador Bailong, o mais alto do mundo ao ar livre (326 m).
Teleférico de 2,5 km sobre os picos e a clássica «ponte natural» de pedra que une duas montanhas.
Ponte suspensa de 430 m com chão transparente sobre um desfiladeiro de 300 m. Reserva-se com limite diário e hora marcada.
1.518 m de altitude, com a estrada das 99 curvas e 999 degraus até à Porta do Céu. Aqui está também o troço de vidro na falésia.
Rota a pé de 7,5 km junto à água e às colunas. É a melhor forma de entrar no parque sem multidões.
Um passeio de barco entre picos, que dá uma perspectiva completamente diferente do parque.
Três dias é o padrão correcto. O parque de Wulingyuan é enorme e os deslocamentos internos em autocarro turístico consomem tempo.
De abril a maio e de setembro a novembro. O verão traz muita chuva — e, com a chuva, a neblina, que é o que torna as fotografias mágicas —, mas também muita gente. No inverno pode haver gelo nos passadiços.
Não é um destino para fazer em três dias seguidos se houver problemas de joelho. Há muitas escadas e os trilhos sobem e descem sem tréguas. O esforço reduz-se muito combinando teleféricos, elevadores e autocarro interno — nós planeamos assim por defeito.

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