
O planalto tibetano começa aos 2.200 m e chega aos 5.200. A maioria dos problemas não vem da altitude em si, mas de subir demasiado depressa.
Convém ter referências concretas:
A regra é simples: progressão. Subir 500-800 m de altitude para dormir cada noite dá tempo ao corpo para se adaptar. Por isso recomendamos entrar no planalto por Qinghai, por estrada, antes de voar para Lhasa.
O mal agudo de montanha manifesta-se por dor de cabeça, insónia, náuseas e falta de ar. É habitual na primeira noite e cede em 24-48 horas com descanso.
Sinais de alarme que obrigam a descer: confusão, dificuldade em respirar em repouso, tosse persistente, falta de equilíbrio ao andar. Se aparecerem, desce-se de altitude, sem discussão.
Recomendamos consultar um médico antes de reservar uma viagem acima dos 3.500 m em caso de: doença cardíaca ou pulmonar prévia, hipertensão não controlada, anemia importante, gravidez ou apneia do sono. Nesses casos podemos redesenhar o itinerário para dormir abaixo dos 3.000 m.
Preparação simples, que faz toda a diferença nos primeiros dias:
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