
A 2.800 m, os prados de Qilian são a última etapa verde da rota. Em julho e agosto, Menyuan cobre-se de um mar amarelo de colza que se estende até ao horizonte.
A última etapa do circuito sobe de Zhangye para os prados de Qilian, a cerca de 2.800 m de altitude, e atravessa duas passagens de montanha antes de voltar a descer para Xining. É a parte verde da viagem: pastagens de altitude, rebanhos de ovelhas e iaques, mosteiros pequenos encostados às encostas e, ao fundo, o pico nevado de Gangshika, com 5.254 m. No percurso cruzam-se o passo de Biandukou e a serra de Qilian, que separam a bacia seca do planalto.
Do outro lado está Menyuan, onde o vale se enche de colza em meados de julho e nos primeiros dias de agosto. É um dos maiores conjuntos contínuos de campos de colza da China, e nesse período o amarelo estende-se até onde a vista alcança, entre as montanhas. Fora dessa janela, a paisagem continua bonita, mas é verde e agrícola, sem o efeito do mar de flores. A descida faz-se depois para Xining, onde o circuito termina, cerca de 2.000 km depois de ter começado.
Pastagens de altitude a cerca de 2.800 m, com rebanhos de ovelhas e iaques e alguns mosteiros pequenos encostados às encostas do vale.
Culminância de 5.254 m que se vê ao fundo do vale, com neve nas partes altas, no maciço de Qilian, junto a Menyuan.
Em meados de julho e no início de agosto, os campos de colza cobrem o vale de amarelo. É um dos maiores conjuntos contínuos do país.
Passagem de montanha entre Gansu e Qinghai, no caminho entre Zhangye e Qilian, com vistas amplas sobre os dois lados da serra.
A cordilheira separa o corredor seco de Hexi do planalto de Qinghai. É essa barreira que explica a mudança de paisagem nesta etapa.
No caminho encontram-se famílias de pastores com os seus rebanhos, em tendas e pequenas casas junto à estrada. É a última paragem antes de Xining.
A etapa começa em Zhangye, ainda na bacia seca, e sobe gradualmente até ao passo de Biandukou, onde a paisagem vira de uma vez: de um lado ficam as terras áridas de Gansu, do outro começam os prados de Qinghai. A partir daí, a estrada segue entre pastagens, com rebanhos e acampamentos de pastores, e aproxima-se do maciço de Qilian e do pico de Gangshika. Dorme-se em Qilian ou já em Menyuan, conforme o desenho do itinerário.
O mar de colza de Menyuan tem uma janela curta: floresce em meados de julho e dura até aos primeiros dias de agosto, depois da qual os campos são cortados. Nesses dias, o vale torna-se num dos maiores conjuntos contínuos de colza do país, com o amarelo a subir pelas encostas e as montanhas em fundo. Como a data exacta muda todos os anos com o tempo, convém planear a viagem com margem e confirmar a floração antes de fechar as datas de partida.
Depois de Menyuan, a estrada desce para Xining e o circuito fecha-se onde começou, mas agora a mais de mil metros abaixo e depois de quase 2.000 km de estrada. É um regresso suave, com a paisagem a abrir outra vez para o vale da cidade e o ruído a voltar. Para quem ainda tiver tempo, esta é a zona certa para acrescentar mais um dia na meseta, com calma, antes do voo de regresso.
Diga-nos as datas e com quem viaja, e enviamos um roteiro à medida para Qilian e o mar de colza de Menyuan e para o resto da China.
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